quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Crianças deprimidas, mais vulneráveis ao bullying
Já se sabia que as crianças rejeitadas e intimidadas pelos colegas tinham tendência a tornar-se deprimidas, mas novas pesquisas vêm agora revelar que a relação pode funcionar em sentido inverso, indicando que as crianças com sintomas depressivos na escola primária podem tornar-se futuras vítimas e vir a sofrer de isolamento social.
Até agora, as investigações tentavam perceber se era o 'bullying' que levava à depressão ou se eram as crianças deprimidas que seduziam os "valentões" da escola.
O estudo, desenvolvido pelos investigadores da Universidade do Estado de Arizona, revela que os sintomas depressivos no 4ºano de escolaridade aumentam as hipóteses de as crianças virem a ser intimidadas no 5º ano e de, no 6º ano, acabarem mesmo por ser rejeitadas pelos colegas.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 486 crianças, avaliando os seus sintomas de depressão e os níveis de aceitação social através de inquéritos confidenciais preenchidos pelos pais, professores e pelas próprias crianças, que se classificaram e avaliaram os colegas.
Os autores defendem que as crianças com sintomas de depressão - como isolamento social, comportamento passivo e choro excessivo - começam por ser rejeitadas pelos colegas e, em seguida, passam a ser alvo de intimidações.
13-02-2012
DN
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
20 Frases de Amor ditas por Crianças
- A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir. Clare, 6 anos.
- Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha. Elaine, 5 anos.
- Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford. Chris, 7 anos.
- Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente. Mark, 6 anos.
- Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia. Mary Ann, 4 anos.
- Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu. Cindy, 8 anos.
- Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras. Lauren, 4 anos.
- Nunca devemos dizer "Amo-te", a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se. Jessica, 8 anos.
- O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção. Bobby, 7 anos.
- O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Emily, 8 anos.
- O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado. Terri, 4 anos.
- O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom. Danny, 7 anos.
- O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias. Noelle, 7 anos.
- O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem. Tommy, 6 anos.
- O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro. Karl, 5 anos.
- O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele. Chrissy, 6 anos.
- Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa. Billy, 4 anos.
- Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti. Karen, 7 anos.
- Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies. Nikka, 6 anos.
- Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor. Rebeca, 8 anos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Visita de Estudo - LISBOA
MUDE - Museu do Design e da Moda
O Museu do Design encerrou ao público no Centro Cultural de Belém em Agosto de 2006. O novo Museu do Design e da Moda – MUDE abrirá ao público no Palácio Verride (Palácio de Sta. Catarina). No contexto internacional o MUDE possui um lugar singular pois reúne no mesmo espaço design e moda.
Tendo por base a colecção Francisco Capelo, adquirida pela CML, o museu reúne muitos dos mais emblemáticos objectos criados entre meados da década de 1930 e a actualidade. Mobiliário e pequenos objectos utilitários, reflectem os principais movimentos e tendências do design do século XX. A colecção conta com 1000 objectos e 1200 peças de alta-costura, encontrando-se a desenvolver uma política de aquisições. Em paralelo, vestuário, calçado e acessórios, maioritariamente de alta costura, tecem a história da moda durante o mesmo período.
Tendo por base a colecção Francisco Capelo, adquirida pela CML, o museu reúne muitos dos mais emblemáticos objectos criados entre meados da década de 1930 e a actualidade. Mobiliário e pequenos objectos utilitários, reflectem os principais movimentos e tendências do design do século XX. A colecção conta com 1000 objectos e 1200 peças de alta-costura, encontrando-se a desenvolver uma política de aquisições. Em paralelo, vestuário, calçado e acessórios, maioritariamente de alta costura, tecem a história da moda durante o mesmo período.
Museu Nacional de Arte Antiga
O Museu Nacional de Arte Antiga é o mais importante museu de arte dos séculos XII a XIX em Portugal. Inclui colecções de pintura, escultura, desenho e artes decorativas, maioritariamente europeias, e também orientais representativas das relações que se estabeleceram entre a Europa e o Oriente na sequência das viagens dos descobrimentos iniciadas no século XV, de que Portugal foi nação pioneira.
O museu encontra-se localizado em Lisboa, num palácio do século XVII, construído para os condes de Alvor, também conhecido como Palácio de Alvor-Pombal.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O capuchinho vermelho
Era uma vez uma menina tão bonita como não havia outra; a mãe gostava muito dela, e a avó mais ainda.
Tinham-lhe mandado fazer uma capinha vermelha com um capuchinho, que lhe ficava tão bem que toda a gente lhe chamava Capuchinho Vermelho.
Tinham-lhe mandado fazer uma capinha vermelha com um capuchinho, que lhe ficava tão bem que toda a gente lhe chamava Capuchinho Vermelho.
Certo dia, a mãe fez um bolo e disse-lhe:
— Vai saber da avozinha, porque me disseram que está doente; leva-lhe este bolo e este boiãozinho de manteiga.
— Vai saber da avozinha, porque me disseram que está doente; leva-lhe este bolo e este boiãozinho de manteiga.
O Capuchinho Vermelho partiu logo para ir visitar a avó, que morava noutra aldeia. Ao passar pela floresta encontrou o lobo (que estava resolvido a comê-la, mas não se atreveu por causa dos lenhadores que andavam a cortar árvores), que lhe perguntou onde ia. A menina, que não sabia como era perigoso parar no caminho para falar com um lobo, respondeu:
— Vou visitar a minha avó e levar-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.
— E ela mora longe? — perguntou o lobo.
— E ela mora longe? — perguntou o lobo.
das borboletas e a fazer raminhos com as flores que encontrava.
O lobo não levou muito tempo a chegar a casa da avó. Bateu à porta: truz! Truz!
O lobo não levou muito tempo a chegar a casa da avó. Bateu à porta: truz! Truz!
— Quem é? — perguntou a avozinha.
— Sou a sua netinha Capuchinho Vermelho — disse o lobo, disfarçando a voz. — Trago-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.
— Sou a sua netinha Capuchinho Vermelho — disse o lobo, disfarçando a voz. — Trago-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.
A boa avozinha, que estava de cama com uma constipação, gritou:
— Pega na aldraba e levanta o fecho.
O lobo pegou na aldraba e a porta abriu-se.
Atirou-se à avó e já se preparava para a comer num abrir e fechar de olhos, porque havia mais de três dias que não comia nada, quando a avó, muito assustada, fugiu e foi esconder-se no armário, fechando a porta por dentro.
O lobo apanhou a touca e os óculos da avó, pôs ambas as coisas e meteu-se na cama à espera do Capuchinho Vermelho, que dali a pouco veio bater à porta.
Truz! Truz!
— Pega na aldraba e levanta o fecho.
O lobo pegou na aldraba e a porta abriu-se.
Atirou-se à avó e já se preparava para a comer num abrir e fechar de olhos, porque havia mais de três dias que não comia nada, quando a avó, muito assustada, fugiu e foi esconder-se no armário, fechando a porta por dentro.
O lobo apanhou a touca e os óculos da avó, pôs ambas as coisas e meteu-se na cama à espera do Capuchinho Vermelho, que dali a pouco veio bater à porta.
Truz! Truz!
—Quem é? — perguntou o lobo, mas já à espera do Capuchinho Vermelho.
O Capuchinho Vermelho, que ouvira a voz grossa do lobo, assustou-se, mas, julgando que a avó estivesse constipada, respondeu:
O Capuchinho Vermelho, que ouvira a voz grossa do lobo, assustou-se, mas, julgando que a avó estivesse constipada, respondeu:
— Sou a sua netinha Capuchinho Vermelho. Trago-lhe um bolo e um boiãozinho de manteiga que manda a minha mãe.
O lobo disse, com uma voz muito meiga:
— Pega na aldraba e levanta o fecho.
O Capuchinho Vermelho pegou na aldraba e levantou o fecho, e a porta abriu-se.
O lobo, ao vê-la entrar, disse-lhe, escondendo-se debaixo do cobertor:
— Põe o bolo e o boiãozinho de manteiga em cima da arca e vem deitar-te ao pé de mim.
O Capuchinho Vermelho tirou a capa e ia meter-se na cama, quando olhou muito admirada para a avó e perguntou:
— Avó, porque tem uns braços tão grandes?
O lobo disse, com uma voz muito meiga:
— Pega na aldraba e levanta o fecho.
O Capuchinho Vermelho pegou na aldraba e levantou o fecho, e a porta abriu-se.
O lobo, ao vê-la entrar, disse-lhe, escondendo-se debaixo do cobertor:
— Põe o bolo e o boiãozinho de manteiga em cima da arca e vem deitar-te ao pé de mim.
O Capuchinho Vermelho tirou a capa e ia meter-se na cama, quando olhou muito admirada para a avó e perguntou:
— Avó, porque tem uns braços tão grandes?
— São para te abraçar melhor, minha neta!
—Avó, porque tem umas pernas tão grandes?
— São para correr melhor, minha neta.
—Avó, porque tem umas pernas tão grandes?
— São para correr melhor, minha neta.
— Avó, porque tem as orelhas tão grandes?
— São para te ouvir melhor, minha neta.
— Avó, porque tem uns olhos tão grandes?
— São para te ver melhor, minha neta.
— Avó, porque tem uns dentes tão grandes?
— São para te comer.
E, dizendo estas palavras, o lobo mau saltou da cama para comer o Capuchinho Vermelho. Mas a menina gritou, gritou tanto, tanto, que os lenhadores que andavam na floresta vieram a correr para lhe acudir. E deram uma tareia tão grande no lobo que ele fugiu a ganir, cheio de medo e nódoas negras.
Depois, os lenhadores abriram o armário, dentro do qual a avó, coitada, tinha desmaiado com o susto.
— São para te ouvir melhor, minha neta.
— Avó, porque tem uns olhos tão grandes?
— São para te ver melhor, minha neta.
— Avó, porque tem uns dentes tão grandes?
— São para te comer.
E, dizendo estas palavras, o lobo mau saltou da cama para comer o Capuchinho Vermelho. Mas a menina gritou, gritou tanto, tanto, que os lenhadores que andavam na floresta vieram a correr para lhe acudir. E deram uma tareia tão grande no lobo que ele fugiu a ganir, cheio de medo e nódoas negras.
Depois, os lenhadores abriram o armário, dentro do qual a avó, coitada, tinha desmaiado com o susto.
Mas bastou molharem-lhe a testa com uma pinguinha de água fresca para ela abrir os olhos e ficar logo boa.
O Capuchinho Vermelho abraçou-se à avó e prometeu que nunca mais queria conversas com o lobo.
E ambas comeram o resto do bolo. O resto, sim, porque primeiro a avó tinha, cortado umas poucas de fatias para oferecer aos lenhadores que as tinham livrado daquele grande perigo.
E ambas comeram o resto do bolo. O resto, sim, porque primeiro a avó tinha, cortado umas poucas de fatias para oferecer aos lenhadores que as tinham livrado daquele grande perigo.
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